Ao combinar THC e CBD na proporção 1:1, é possível obter um efeito sinérgico, no qual os compostos se complementam e melhoram os resultados terapêuticos. Essa composição é extremamente importante para muitas condições, como dor crônica refratária, inflamação, distúrbios do sono, doenças neurodegenerativas e outras. Nesse sentido o Allandiol Forte 1:1 atua de forma mais eficiente no alívio da dor, redução da ansiedade, como relaxante muscular, anti-inflamatório, antidepressivo, anti-hipertensivo e analgésico. O CBD ainda pode reduzir os efeitos psicoativos do THC.
Além dos canabinóides CBD e THC, o Allandiol Forte 1:1 contém também outros compostos químicos produzidos pela planta, com a finalidade exclusivamente terapêutica. Essa interação entre os compostos trazem benefícios medicinais e diminuem os efeitos psicoativos do THC. O THC tem importante função terapêutica quando administrado em associação com o CBD e nas doses certas, ele promove uma série de benefícios à saúde, conforme alguns estudos vêm demonstrando.
SEGURANÇA
O Allandiol 1:1 é considerado um medicamento seguro, com efeitos adversos controlados e com baixo risco de dependência química para o uso medicinal.
Alívio da dor aliado à qualidade de vida, o óleo 1:1 CBD_ THC pode ser a resposta. Eles são opções relativamente seguras, em comparação com outras substâncias utilizadas para o tratamento da dor neuropática crônica. DOI: 10.1089/can.2020.0129
Melhoria do sono em adultos com insônia, considerando a melhoria da qualidade e duração do sono, níveis de melatonina, qualidade de vida e humo; maior lucidez e sentimento de tranquilidade, em comparação com o grupo placebo. A formulação foi bem tolerada de forma geral. Os efeitos colaterais foram transitórios e aliviados utilizando-se uma dose mais baixa. https://doi.org/10.1111/jsr.13793
Um estudo piloto em idosas mostrou que a administração de THC:CBD (1:2) diminuiu o uso de outras drogas psicotrópicas usadas no tratamento, além de melhorar sintomas comportamentais e psicológicos de demência, durante 2 meses. O feedback oferecido pelos cuidadores foi positivo, com a redução de comportamentos agressivos e problemas motores. https://doi.org/10.3389/fncel.2022.917164
Formulações de canabinóides medicinais 1:1 podem servir como uma opção viável e eficaz para alcançar a redução da dosagem de opióides no gerenciamento da dor crônica não cancerígena.
https:// doi.org/10.1186/s13643-020-01425-3.
Dez pacientes do sexo feminino com problemas graves de comportamento receberam medicação oral crescente de CBD e THC durante dois meses. Os problemas de comportamento diminuíram 40%. Metade destes pacientes diminuiu ou parou outros medicamentos psicotrópicos, com diminuição da rigidez, facilitando os cuidados diários e as transferências, a melhoria do contato direto com os pacientes, a melhoria do comportamento e a diminuição da constipação com menor uso de opióides. Não houve necessidade de parada da medicação por razões de efeitos colaterais. Os efeitos persistiram após 2 meses. DOI: 10.1159/000498924
Formulações com THC/CBD 1:1 possuem uma melhora estatística significante na qualidade de vida incluindo o manejo da dor e seus sintomas associados e, mais importante, redução no uso de opióides e outros analgésicos, tornando um tratamento adjuvante seguro para pacientes oncológicos, segundo os estudos iniciais. https:// doi.org/10.3389/fpain.2022.861037
CBD e THC associados têm o potencial de melhorar a recuperação do exercício aeróbico e anaeróbico, alívio de dores musculares e redução da inflamação, devido aos efeitos analgésicos e anti-inflamatórios, bem como a capacidade de melhorar a qualidade do sono, com efeitos psicoativos mínimos. A substância tem um bom perfil de tolerabilidade e segurança em relação aos opioides, com potencial de abuso insignificante. https:/ / doi.org/10.1186/ s42238-023-00198-5
Mais de 60% dos pacientes com EM que iniciaram tratamento complementar com uma apresentação de CBD e THC 1:1 relataram um efeito sintomático clinicamente relevante e continuaram o tratamento após 12 semanas. Houve uma redução de pelo menos 20% na espasticidade após 4 semanas de tratamento e 30% após 12 semanas. https://doi.org/10.1186/s12883-021-02246-0